Os novos calendários para o Metro Sul do Tejo foram hoje aprovados em Conselho de Ministros
Do comunicado do Conselho de Ministros na página da Internet do governo:
“Esta Resolução vem estabelecer a seguinte calendarização para a entrada e serviço e recepção das infra-estruturas do Metro Transportes do Sul, além do troço entre Corroios e a Cova da Piedade já em funcionamento:
a) Entrada em serviço do troço entre Corroios e a Universidade até 15 de Dezembro de 2007, correspondendo a etapa 1 ao período entre 30 de Abril de 2007 a 14 de Dezembro de 2007;
b) Entrada em serviço de todos os demais troços da 1.ª Fase do MST até 27 de Novembro da 2008, correspondendo a etapa 2 ao período entre 15 de Dezembro de 2007 e 26 de Novembro de 2008.”
Os argumentos avançados para esta recalendarização são os “atrasos na disponibilização de terrenos dos domínios público e privado municipal, da descoberta de vestígios arqueológicos e das alterações introduzidas no traçado da via” esquecendo a violação do contrato pela concessionária Metro Transportes do Sul ao ter assumido um modelo de construção distinto daquele que ganhou o concurso (estava previsto que construiriam troço a troço, i.e. apenas avançariam para um troço tendo finalizado a obra no troço anterior e assim por diante) e esquecendo que esta mesma concessionária queria avançar para um conjunto de obras sem ter entregue os Projectos de Execução que permitiriam à Câmara minimizar os incómodos para os munícipes, peões e automobilistas (recorde-se o que aconteceu no Laranjeiro quando a concessionária vedou o trânsito à Rua António Elvas para quem vinha da Av. 23 de Julho sem ter dado cavaco a ninguém).
É uma boa notícia com um travo amargo, porque se primeiro compromete o Governo a fiscalizar estes prazos, também desresponsabiliza a concessionária por o que tem acontecido.
“Esta Resolução vem estabelecer a seguinte calendarização para a entrada e serviço e recepção das infra-estruturas do Metro Transportes do Sul, além do troço entre Corroios e a Cova da Piedade já em funcionamento:
a) Entrada em serviço do troço entre Corroios e a Universidade até 15 de Dezembro de 2007, correspondendo a etapa 1 ao período entre 30 de Abril de 2007 a 14 de Dezembro de 2007;
b) Entrada em serviço de todos os demais troços da 1.ª Fase do MST até 27 de Novembro da 2008, correspondendo a etapa 2 ao período entre 15 de Dezembro de 2007 e 26 de Novembro de 2008.”
Os argumentos avançados para esta recalendarização são os “atrasos na disponibilização de terrenos dos domínios público e privado municipal, da descoberta de vestígios arqueológicos e das alterações introduzidas no traçado da via” esquecendo a violação do contrato pela concessionária Metro Transportes do Sul ao ter assumido um modelo de construção distinto daquele que ganhou o concurso (estava previsto que construiriam troço a troço, i.e. apenas avançariam para um troço tendo finalizado a obra no troço anterior e assim por diante) e esquecendo que esta mesma concessionária queria avançar para um conjunto de obras sem ter entregue os Projectos de Execução que permitiriam à Câmara minimizar os incómodos para os munícipes, peões e automobilistas (recorde-se o que aconteceu no Laranjeiro quando a concessionária vedou o trânsito à Rua António Elvas para quem vinha da Av. 23 de Julho sem ter dado cavaco a ninguém).
É uma boa notícia com um travo amargo, porque se primeiro compromete o Governo a fiscalizar estes prazos, também desresponsabiliza a concessionária por o que tem acontecido.

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