Mobilidade em Almada

Fórum de discussão acerca da mobilidade no concelho de Almada. Notando que a mobilidade nunca pode ser analisada num só espaço, mas é ela própria condição da interacção neste e deste com os espaços que o circundam.

Nome:
Localização: Almada, Setúbal, Portugal

28 de maio de 2007

ainda o deserto


Num jantar promovido pela Comissão Pró-Aeroporto na Ota, em Fátima, Vital Moreira reclamou a extinção da Portagem na Ponte 25 de Abril:
"Fala-se que o aeroporto construído na Margem Sul do Tejo seria mais barato, mas o problema é que o barato sai caro. Uma coisa é a construção do aeroporto, outra coisa é a sua utilização durante décadas. Imaginem 20 milhões de pessoas a terem de pagar portagens à Lusoponte. Dá seguramente centenas de milhões de euros por ano. Se fosse administrador ou accionista da Lusoponte estaria disponível para dar uma pequena percentagem dessa quantidade a todas as campanhas destinadas a desqualificar o aeroporto da Ota".

Bem, ele não defende realmente a extinção das portagens na Ponte, nem faria sentido pois não? Como deste lado não há gente, quem paga são os camelos…

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Ainda: ALÁ AKBAR !


Ora, tenho muita admiração pelo Sr. Vital Moreira, a sua coerência é consonante com a coerência de todos os que estão bem na vida. Depreendo que ele como economista ache que se a margem sul desalinhada e comunista “pague, pague ou deixem-nos governá-los”. Ora, os “bárbaros” da margem sul insistem em não mudar para tons mais rosa, a resposta é estrangulá-los até mais não. Há uma opinião generalizada, aqui no Deserto, de que o estrangulamento vem de há muitos anos, esse começa e acaba na realidade na situação de que a margem sul é realmente uma ilha, tem portagens para todos os lados, para se sair daqui tem que se pagar. Somos segregados para a periferia, cidadãos de 2ª, excepto para pagar como Gente Grande a carga que este Estado de coisas nos acarreta. Somos alvo de todo o género de injustiças, temos que pagar para ir trabalhar: a ponte, o barco, o comboio, o autocarro, nada para nós é grátis. Acresce a lástima de que estamos a encher o bucho dos senhores Mários Linos, Sócrates, Vitais Moreiras e outros que tais e não a trabalhar para melhorar o País. A regressão é mais que evidente, servimos para pagar, pagar, e sustentar esta “bosta” toda, mas para ter direitos não se lembram que também cá estamos.

Lista dos eternos problemas supra-mencionados pelos nossos governantes e que com que concordamos, apesar da culpa ser deles:
não temos hotéis porque as várias entidades do Estado não se entendem quanto há zona costeira; a Costa de Caparica arrisca-se a afundar, se eles não conseguem os Elementos tratam do assunto, andam a adiar, desde há 30 anos, o reforço dos diques na Costa, saliente-se que roubaram toda a areia que puderam para construir a EXPO’98, areia que faz falta para as praias; como pagamos pouco à segurança social o estado não tem capacidade para gerir o hospitais, então entrega-os de “mão beijada” a grandes, e amigos, grupos empresariais que “esfolam” o povo que não tem hipótese de ter seguros de saúde; aqui também a demografia não sobe pois que o dinheiro em vez de ir para a criação dos filhos vai para a nova piscina ou casa de praia de um qualquer ex- governante.
Mas ainda temos fé e aqui, no Deserto, há muitas velhinhas com mezinhas que nos mantêm vivos e é isso que nos vai aguentando, isso e a Famosa e Enorme paciência Lusa por um Portugal melhor, são só 900 anos à espera.

ALÁ AKBAR !

quarta-feira, maio 30, 2007 2:48:00 p.m.  

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